Fonte: Wikipédia
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quinta-feira, 16 de junho de 2011
RIO SÃO FRANCISCO
O rio São Francisco é um dos mais importantes cursos d'água do Brasil e de toda a América do Sul. Sua nascente está localizada no município de São Roque de Minas, na Serra da Canastra (estado de Minas Gerais) a aproximadamente 1200 metros de altitude. O rio também atravessa o estado da Bahia, fazendo sua divisa ao norte com Pernambuco, bem como constituindo a divisa natural dos estados de Sergipe e Alagoas, e, por fim, deságua no Oceano Atlântico, drenando uma área de aproximadamente 641 000 km² e atingindo 2 830 km de extensão. Seu nome indígena é Opará e também é carinhosamente chamado Velho Chico. Apresenta dois estirões navegáveis: o médio, com cerca de 1.371 km de extensão, entre Pirapora (MG) e Juazeiro (BA) / Petrolina (PE) e o baixo, com 208 km, entre Piranhas (AL) e a foz, no Oceano Atlântico. O rio São Francisco atravessa regiões com condições naturais das mais diversas e tem cinco usinas hidroelétricas. As partes extremas superior e inferior da bacia apresentam bons índices pluviométricos, enquanto os seus cursos médio e submédio atravessam áreas de clima bastante seco. Assim, cerca de 75% do deflúvio do São Francisco é gerado em Minas Gerais, cuja área da bacia ali inserida é de apenas 37% da área total. A área compreendida entre a fronteira Minas Gerais-Bahia e a cidade de Juazeiro(BA), representa 45% do vale e contribui com apenas 20% do deflúvio anual. Os aluviões recentes, os arenitos e calcários, que dominam boa parte da bacia de drenagem, funcionam como verdadeiras esponjas para reterem e liberarem as águas nos meses de estiagem, a tal ponto que, em Pirapora (MG), Januária (MG) e até mesmo em Carinhanha (BA), o mínimo se dá em setembro, dois meses após o mínimo pluvial de julho. À medida que o São Francisco penetra na zona sertaneja semi-árida, apesar da intensa evaporação, da baixa pluviosidade e dos afluentes temporários da margem direita, tem seu volume d'água diminuído, mas mantém-se perene, graças ao mecanismo de retroalimentação proveniente do seu alto curso e dos afluentes no centro de Minas Gerais e oeste da Bahia. Nesse trecho o período das cheias ocorre de outubro a abril, com altura máxima em março, no fim da estação chuvosa. As vazantes são observadas de maio a setembro, condicionadas à estação seca. Mapa da extensão total do rio São Francisco. Em seus 2.830 km o rio passa por cinco estados brasileiros. Como escreveu Guimarães Rosa, sua história tem sido a história do sofrimento de um rio que há mais de quinhentos anos é fonte de vida e riqueza. Seu descobrimento é atribuído ao navegador florentino Américo Vespúcio, que navegou em sua foz em 1501. O nome é homenagem a São Francisco de Assis, festejado naquela data. A 4 de Outubro de 1501, uma expedição de reconhecimento descia a costa brasileira, rente ao litoral, comandada por André Gonçalves e Américo Vespúcio e vinda do Cabo de São Roque. A região da foz era habitada pelos índios, que a chamavam Opará, que significa algo como “rio-mar”. Outra expedição, em 1503, chegou à foz, comandada por Gonçalo Coelho, outra vez com Américo Vespúcio. O rio era visitado apenas nas cercanias da foz, pois a mata, a caatinga desconhecida e as tribos ferozes impediam os brancos de penetrar na terra.[carece de fontes?] Em 1522, o primeiro donatário da capitania de Pernambuco, Duarte Coelho Pereira, fundou a cidade de Penedo, no atual estado de Alagoas. Foi o primeiro núcleo povoador das margens, fundada a quase 40 quilômetros da costa. A localização estratégica do povoado, à porta do sertão, mereceu também atenção dos holandeses, tanto que, mais tarde, em 1637, conseguiram nele erigir um forte. Os franceses já frequentavam a costa, e com certeza por volta de 1526 na foz do rio São Francisco, tanto que uma pequena baía, próxima à foz, recebeu o nome de Porto dos Franceses. Nas proximidades, ocorreu o famoso naufrágio de uma nau que levava D. Pero Fernandes Sardinha, primeiro bispo do Brasil. Escapando do naufrágio, em 1556, foi preso e devorado pelos índios Caetés que aí viviam. As tribos indígenas que ali viviam eram chamadas, pelos tupis, de tapuias pois era assim que chamavam qualquer tribo que não tivesse a mesma língua. Havia basicamente na costa do Brasil dois grupos distintos: os tupis e os gês. A colonização do vale do médio rio se efetuou em duas épocas distintas, a segunda delas quase um século depois da outra. Os primeiros estabelecimentos no médio São Francisco iniciaram-se no extremo a jusante. Exploradores de Olinda, fundada em 1534, e de Salvador, em 1549, se aventuraram pelo vale do rio entre dificuldades imensas, dadas à agressividade da natureza e à presença de selvagens. Um dos primeiros núcleos de colonização foi estabelecido em Bom Jesus da Lapa. Uma expedição vinda de Olinda, entre 1534 e 1550, chegou à região, atingindo Lapa. Anos depois outra expedição, de Salvador, aí esteve. Na metade do século, um grupo de 200 homens fundou ali um estabelecimento e numerosas fazendas de gado. No fim do século XVII a história registra a existência de uma fazenda de gado, próxima à atual cidade da Barra, o principal posto de abastecimento do médio São Francisco. Com a autorização da Coroa portuguesa, em 1543 começou a criação de gado, atividade que marca a história do vale. A exploração se limitava ao litoral, principalmente por causa dos indígenas. Os pancararus, atikum, kimbiwa, truká, kiriri, tuxás e pancararés, são remanescentes atuais dos povos antigos. Mas lendas sobre riquezas inacreditáveis atraíam aventureiros. A cobiça, pois se pensava encontrar ouro e pedras preciosas, acabou fazendo com que se aventurassem. Corriam, sobretudo em Porto Seguro, informações delirantes sobre tribos que se enfeitavam com ouro, pedras verdes, cristalinos diamantes. Por ordem do rei D. João III, o governador-geral Tomé de Sousa determinou a exploração do rio, em 1553, a Francisco Bruza de Espinosa, que formou a primeira entrada de penetração, levando um jesuíta basco, João de Azpilcueta Navarro. O roteiro dessa viagem e uma carta do padre são os primeiros documentos que descrevem o rio São Francisco. Não se acharam, porém, as sonhadas minas de ouro e prata como havia nas terras espanholas do Alto Peru. Duarte Coelho Pereira, governador, organizou uma expedição cujos navios entraram pela foz, tendo lutado contra os franceses ali encontrados, que faziam escambo com os indígenas, e os expulsou. Nessa oportunidade, navegou poucas léguas rio acima. Em 1560, um filho de Duarte Coelho, Duarte Coelho de Albuquerque, o segundo donatário de Pernambuco, com Jorge, seu irmão, lutou cinco anos contra os caetés. Em 1561, o rio foi visitado pela expedição de Vasco Rodrigues de Sousa e, em 1575, na entrada denominada de "Mata-Negro". Marco de Azevedo viajou ao interior com um grupo, em 1577. Sabe-se, também, que em 1583 João Coelho de Sousa penetrou o sertão e chegou ao rio. Em 1587, o governador Luís de Brito determinou a exploração do rio São Francisco e entregou a responsabilidade a Sebastião Álvares, numa iniciativa fracassada. Gaspar Dias de Ataíde e Francisco Caldas viram uma sua expedição dizimada em 1588. Em 1590, Cristóvão de Barros entrou pela região que hoje é o estado de Sergipe, até o baixo São Francisco, estabelecendo um caminho que serviria aos colonizadores e como defesa contra os franceses. Em 1595, um descendente de Caramuru, Melchior Dias Moreira, de acordo com carta escrita ao Conde de Sabugosa, teria penetrado e ultrapassado o rio São Francisco. Guiados pela cobiça, os colonizadores foram dizimando os índios, que fugiam para o planalto central. Assim, ergueram-se os primeiros e pequenos arraiais, iniciando o domínio da região, onde o ouro e as pedras preciosas. A alcunha «rio da integração nacional» se deve às entradas e bandeiras que nos séculos XVII e XVIII usaram-no como rota para penetrar no interior. Seu outro nome, «rio dos Currais» se deve por ter servido de trilha para fazer descer o gado do Nordeste até a região das Minas Gerais, sobretudo, no início do século XVIII, quando se achava ali o ouro que fez afluir milhões de pessoas à terra e fazendo, assim, a fortuna de muita gente e, afinal, integrando a região Nordeste às regiões Leste, Centro-Oeste e Sudeste. Em 1675, jazidas de ouro são encontradas em afluentes do São Francisco pela bandeira de Lourenço de Castanho que massacrou os cataguases da região. Entre as dezenas de expedições dos bandeirantes que palmilharam o São Francisco contam-se Matias Cardoso, Domingos Jorge Velho, Domingos Sertão, Borba Gato e Domingos Mafrense - este último subiu alguns afluentes, chegando às nascentes do rio Parnaíba. Em sua homenagem, há uma cidade chamada Vila Mafrense, no município de Paulistana, Piauí. Nesta época, os reinóis enfrentavam ainda a resistência de escravos fugitivos. Os quilombos formavam uma verdadeira república negra que desafiou por muito tempo o domínio da Coroa. Em 20 de dezembro de 1695, uma tropa mercenária, contratada por Portugal e os usineiros de açúcar da capitania de Pernambuco, destruiu o último foco da resistência armada dos escravos, ligadas ao famoso Quilombo dos Palmares. O Ciclo do ouro começou realmente com a bandeira de Fernão Dias Paes Leme, nas últimas décadas do século XVII. O rio das Velhas e o rio São Francisco formavam o caminho natural para o litoral e para o Reino. São Francisco acima subiam as mercadorias necessárias às minerações e fazendas, os barcos que regressavam traziam ouro. Logo se formaram quadrilhas de assaltantes nas estradas e, principalmente, no rio. Para combatê-las, as autoridades designaram bandeirantes como Matias Cardoso de Almeida, seu filho Januário Cardoso e Domingos do Prado Oliveira. Como muitas quadrilhas se refugiavam nas aldeias indígenas, o fato serviu de pretexto a expedições genocidas, como a que Januário Cardoso e o português Manuel Pires Maciel Parente comandaram, destruindo a da maior aldeia indígena daquela região - Itapiraçaba, dos índios caiapós. Também no século seguinte o bando de Domingos do Prado Oliveira destroçou a grande aldeia dos Guaiabas, na ilha fronteira a São Romão, pavoroso genocídio no início do século XVIII. Este bandeirante e sua gente tinham como base o povoado de Pedras de Cima, depois denominado Pedras dos Angicos.
Fonte: Wikipédia
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segunda-feira, 13 de junho de 2011
CUPINS UMA PRAGA
Tratamentos e bons métodos de construção não conseguem impedir uma infestação por completo. Os proprietários de imóveis em áreas com grande incidência de cupins têm de ficar atentos em busca de sinais desses insetos. Normalmente, o primeiro sinal de infestação é o surgimento de um enxame. Se encontrar alados dentro de sua casa, eles provavelmente entraram pelas paredes, o que faz disso um sinal certo de que há cupins em sua casa. Caso o enxame esteja do lado de fora, especialmente se estiver vindo de um pedaço de tronco ou árvore, a infestação, contudo, pode não ter chegado a sua casa ainda. Os alados podem ser bem parecidos com formigas. Veja como diferenciá-los:
formigas têm cintura fina. Cupins, não; as asas anteriores das formigas são bem mais longas do que as posteriores. As asas de cupins formigas têm o mesmo tamanho e podem repousar sobre toda a extensão de seu corpo; as antenas das formigas são tortas. As antenas dos cupins não se dobram e parecem uma corrente de pérolas bem fina.
Aqui vão outros sinais comuns de infestação de cupins em casas: Asas: os alados perdem suas asas logo após o enxame. Quando os alados estão dentro de casa, normalmente perdem as asas sobre peitoris de janelas ou perto de lâmpadas.
Madeira em decomposição: os danos causados por cupins geralmente seguem a granulação da madeira e eles também revestem a madeira danificada com solo. Danos causados por outras fontes, como água ou fungos, não seguem esse padrão.
Tubos de abrigo: os cupins escavam tubos em blocos de construção, concreto, tijolos e outras superfícies para chegar até a madeira. Às vezes, se abrir os tubos, verá operários vivos lá dentro.
O estrago causado pelos cupins acontece de dentro para fora, e por isso pode ser difícil detectar uma infestação. Caso a madeira em sua casa soe oca quando você bate nela com um martelo, pode haver cupins lá dentro. Outra alternativa é usar uma chave de fenda ou furador de gelo para sondar qualquer lugar em que acredite haver cupins. Esse método revela se há madeira danificada e até se os próprios cupins estão no local.
Tratar uma infestação de cupins requer um exterminador profissional.
Se descobrir uma infestação de pulgas ou baratas (em inglês) em sua casa, normalmente é possível cuidar delas com produtos normais comprados em um mercado. O mesmo, contudo, não é verdade no caso dos cupins. Embora alguns dos produtos químicos que matam pulgas e baratas também matem cupins, aplicá-los no caso de uma infestação de cupins requer ferramentas especiais e treinamento.
Quando um exterminador vem a sua casa, ele primeiro vai verificar se os cupins são mesmo os culpados. Outros insetos, incluindo abelhas carpinteiras e algumas espécies de formigas, também podem causar estragos em casas de madeira. Algumas pessoas até mesmo confundem danos causados por água com os causados pelos cupins. Um exterminador utiliza ferramentas como longas sondas, sensores de calor, sensores de som, câmeras infravermelhas, martelos e brocas para procurar os danos causados por cupins.
Se o exterminador encontrar sinais conclusivos de cupins, pode utilizar um destes três tratamentos: iscas são madeira, papelão ou outros produtos com celulose embebidos em um pesticida. Os cupins comem as iscas e levam as partículas de volta aos ninhos, envenenando o resto da colônia; os repelentes desencorajam os cupins de entrar em uma área específica, ajudando a evitar que os cupins colonizem um novo ponto em sua casa; já os cupincidas matam os cupins. Algumas vezes, os exterminadores têm de bombear centenas de litros de cupincida nos ninhos para tratar a infestação. Outra tática envolve a aplicação de um inseticida em toda volta da sua casa e em todos os possíveis pontos de entrada de cupins. Isso evita que eles entrem, e os que já estão lá dentro costumam morrer de desidratação.
Felizmente, leva anos para que os cupins consigam causar danos significativos a uma casa.
Por isso, se descobrir uma infestação em sua propriedade, ainda terá tempo de obter opiniões de vários exterminadores. Antes de tomar uma decisão final, descubra que tipo de garantia o exterminador oferece e se você terá de pagar por outros tratamentos caso os cupins reapareçam. Nos EUA, também é possível entrar em contato com um escritório local do Ministério de Agricultura para aprender como são as leis que regulam o controle de cupins. Assim, a pessoa tem a certeza de que o exterminador selecionado é licenciado e qualificado.
Fonte: UOL ComotudoFunciona
formigas têm cintura fina. Cupins, não; as asas anteriores das formigas são bem mais longas do que as posteriores. As asas de cupins formigas têm o mesmo tamanho e podem repousar sobre toda a extensão de seu corpo; as antenas das formigas são tortas. As antenas dos cupins não se dobram e parecem uma corrente de pérolas bem fina.
Aqui vão outros sinais comuns de infestação de cupins em casas: Asas: os alados perdem suas asas logo após o enxame. Quando os alados estão dentro de casa, normalmente perdem as asas sobre peitoris de janelas ou perto de lâmpadas.
Madeira em decomposição: os danos causados por cupins geralmente seguem a granulação da madeira e eles também revestem a madeira danificada com solo. Danos causados por outras fontes, como água ou fungos, não seguem esse padrão.
Tubos de abrigo: os cupins escavam tubos em blocos de construção, concreto, tijolos e outras superfícies para chegar até a madeira. Às vezes, se abrir os tubos, verá operários vivos lá dentro.
O estrago causado pelos cupins acontece de dentro para fora, e por isso pode ser difícil detectar uma infestação. Caso a madeira em sua casa soe oca quando você bate nela com um martelo, pode haver cupins lá dentro. Outra alternativa é usar uma chave de fenda ou furador de gelo para sondar qualquer lugar em que acredite haver cupins. Esse método revela se há madeira danificada e até se os próprios cupins estão no local.
Tratar uma infestação de cupins requer um exterminador profissional.
Se descobrir uma infestação de pulgas ou baratas (em inglês) em sua casa, normalmente é possível cuidar delas com produtos normais comprados em um mercado. O mesmo, contudo, não é verdade no caso dos cupins. Embora alguns dos produtos químicos que matam pulgas e baratas também matem cupins, aplicá-los no caso de uma infestação de cupins requer ferramentas especiais e treinamento.
Quando um exterminador vem a sua casa, ele primeiro vai verificar se os cupins são mesmo os culpados. Outros insetos, incluindo abelhas carpinteiras e algumas espécies de formigas, também podem causar estragos em casas de madeira. Algumas pessoas até mesmo confundem danos causados por água com os causados pelos cupins. Um exterminador utiliza ferramentas como longas sondas, sensores de calor, sensores de som, câmeras infravermelhas, martelos e brocas para procurar os danos causados por cupins.
Se o exterminador encontrar sinais conclusivos de cupins, pode utilizar um destes três tratamentos: iscas são madeira, papelão ou outros produtos com celulose embebidos em um pesticida. Os cupins comem as iscas e levam as partículas de volta aos ninhos, envenenando o resto da colônia; os repelentes desencorajam os cupins de entrar em uma área específica, ajudando a evitar que os cupins colonizem um novo ponto em sua casa; já os cupincidas matam os cupins. Algumas vezes, os exterminadores têm de bombear centenas de litros de cupincida nos ninhos para tratar a infestação. Outra tática envolve a aplicação de um inseticida em toda volta da sua casa e em todos os possíveis pontos de entrada de cupins. Isso evita que eles entrem, e os que já estão lá dentro costumam morrer de desidratação.
Felizmente, leva anos para que os cupins consigam causar danos significativos a uma casa.
Por isso, se descobrir uma infestação em sua propriedade, ainda terá tempo de obter opiniões de vários exterminadores. Antes de tomar uma decisão final, descubra que tipo de garantia o exterminador oferece e se você terá de pagar por outros tratamentos caso os cupins reapareçam. Nos EUA, também é possível entrar em contato com um escritório local do Ministério de Agricultura para aprender como são as leis que regulam o controle de cupins. Assim, a pessoa tem a certeza de que o exterminador selecionado é licenciado e qualificado.
Fonte: UOL ComotudoFunciona
sábado, 11 de junho de 2011
São João da Barra, 10 de junho de 2011.
Como desdobramento da II Conferência Local de Controle Social, realizada em 18 de maio de 2011, nas instalações da Câmara Municipal, queremos convidá-lo para a etapa de
desdobramento da mesma, onde discutiremos sobre os temas que deverão ser priorizados no avanço do trabalho que busca investigar o processo de andamento das medidas
compensatórias do porto do Açu. Lembramos que, apesar do sucesso de nossa conferência,
não obtivemos informações sobre o objeto de nosso interesse, daí a necessidade da presente reunião de trabalho.
A reunião será no dia 14 de junho (terça feira) às 18h: 30 minutos no Clube Fluminense –
Centro São João da Barra.
A sua presença é muito importante, venha participar desse esforço que poderá mudar os rumos de nossa cidade.
Fonte: Professor Hamilton
desdobramento da mesma, onde discutiremos sobre os temas que deverão ser priorizados no avanço do trabalho que busca investigar o processo de andamento das medidas
compensatórias do porto do Açu. Lembramos que, apesar do sucesso de nossa conferência,
não obtivemos informações sobre o objeto de nosso interesse, daí a necessidade da presente reunião de trabalho.
A reunião será no dia 14 de junho (terça feira) às 18h: 30 minutos no Clube Fluminense –
Centro São João da Barra.
A sua presença é muito importante, venha participar desse esforço que poderá mudar os rumos de nossa cidade.
Fonte: Professor Hamilton
sexta-feira, 10 de junho de 2011
SÃO JOÃO DA BARRA RJ 09/06/2011 CAMARA DE VEREADORES EM GUERRA
Dois vereadores brigaram com socos no plenário da Câmara Municipal de São João da Barra, RJ, durante a sessão na noite desta quinta-feira (9). O vereador Alexandre Rosa, que teria levado um soco do colega, zezinho Camarão, foi parar no hospital e depois foi encaminhado ao IML de Campos dos Goytacazes para fazer exame de corpo de delito, já Camarão poderá perder o mandato por quebra de decoro parlamentar.
segunda-feira, 6 de junho de 2011
Dia Mundial do Meio Ambiente – Semana Ambiental
O Dia Mundial do Meio Ambiente foi criado pela Assembléia Geral das Nações Unidas em 1972, marcando a abertura da Conferência de Estocolmo sobre Ambiente Humano.
Desde então no dia 05 de Junho é celebrado o Dia Mundial do Meio Ambiente, que chama a atenção e ação política de povos e países para aumentar a conscientização e a preservação ambiental.
A preservação, comunicação pode ser tão importante e lucrativa quanto desmatar, especular, construir hidroelétricas, demarcar matas ciliares, não proibir ou acabar com as construções irregulares no sopé das montanhas (morros), a comunicação ambiental é muito importante.
Em fevereiro, três reatores de uma usina nuclear em Fukushima não resistiram como seus donos prometiam a um terremoto seguido de tsunami e derreteram, provocando o maior desastre do gênero desde a explosão dos reatores de Chernobyl na Ucrânia, em 1986. Aqui também tivemos, em janeiro, nossa dose de desastres ambientais.
A velha equação brasileira de ocupação irregular de morros e encostas – com a consequente derrubada da cobertura florestal dessas áreas, que servia como proteção contra as intempéries da natureza – encontrou-se com chuvas torrenciais na serra Fluminense. O resultado foi uma catástrofe.
Mais de 900 pessoas morreram sob deslizamentos de terra ou afogados por enxurradas, que arrastaram também as plantações da região que abastacem o Rio de Janeiro com hortaliças. Apesar dessa eloquente mensagem da natureza, a bancada ruralista na Câmara Federal aproveitou-se da omissão do governo no assunto e aprovou mudanças no nosso Código Florestal,
anistiando desmatadores, consolidando ocupações irregulares e deixando à mercê da motosserra 22 milhões de hectares de matas nativas.
A Floresta Amazônica é a floresta tropical que forma a maior parte da Amazônia. É uma das três grandes florestas tropicais do mundo. A hileia amazônica (como a definiu Alexander von Humboldt) possui a aparência, vista de cima, de uma camada contínua de copas, situadas a aproximadamente 50 metros do solo.
Eu acho que a Amazônia não deveria ser nem tocada, nem reserva do 80% nem nada, eu já tive a honra de
conhecer um pouco da Amazônia, Rondônia, Acre e Mato Grosso, em Rondônia nos anos 80 existiam mogno e cedro rosa, madeiras consideradas nobres, que hoje não existem mais, ENCONTRAVAM-SE PLANCHÕES DE MOGNO E CEDRO COM DOIS METROS DE LARGURA. ISSO NÃO EXISTE MAIS.
A Amazônia ou Amazónia é uma região natural da América do Sul, definida pela bacia do rio Amazonas e coberta em grande parte por floresta tropical - a Floresta Amazônica (também chamada de Floresta Equatorial da Amazônia ou Hileia Amazônica) - a qual possui 60% de sua cobertura em território brasileiro. A bacia hidrográfica da Amazônia possui muitos afluentes importantes tais como o rio Negro, Tapajós e Madeira, sendo que o rio principal é o Amazonas, que passa por outros países antes de entrar em território brasileiro. O rio Amazonas nasce na cordilheira dos Andes e estende-se por nove países: Bolívia, Brasil, Colômbia, Equador, Guiana, Guiana Francesa, Peru, Suriname e Venezuela. É considerado o maior rio do mundo, em extensão e volume de águas.
No Brasil, para efeitos de governo e economia, a Amazônia é delimitada por uma área chamada "Amazônia Legal" definida a partir da criação da SUDAM (Superintendência do Desenvolvimento da Amazônia), em 1966.
É chamado também de Amazônia o bioma que, no Brasil, ocupa 49,29% do território e abrange três (Norte, Nordeste e Centro-Oeste) das cinco divisões regionais do país, sendo o maior bioma terrestre do país.
Uma área de seis milhões de hectares no centro de sua bacia hidrográfica, incluindo o Parque Nacional do Jaú, foi considerada pela UNESCO, em 2000 (com extensão em 2003), Patrimônio da Humanidade.
O nome Amazônia deriva de "amazonas", mulheres guerreiras da Mitologia grega. Segundo a lenda, as amazonas pertenciam a uma tribo, comandada por Hipólita, que não aceitava homens: as crianças de sexo masculino eram mortas ao nascer. Amazona significa a=sem, mazôn=centro ou sem centro, em grego. Quando Francisco de Orellana [1] desceu o rio em busca de ouro, descendo os Andes em 1541, deparou-se com as índias icamiabas. A belicosa vitória das icamiabas contra os invasores espanhóis foi tamanha que o fato foi narrado ao rei Carlos V de Habsburgo, o qual, inspirado nas guerreiras hititas [2] ou amazonas, batizou o rio de Amazonas. Amazonas é o nome dado pelos gregos às mulheres guerreiras. O termo Amazônia, no sentido de região, foi utilizado pela primeira vez em O País das Amazonas, do Barão Santa Anna Néri (1899).
A bacia amazônica abrange uma área de 7 milhões de km², compreendendo terras de vários países da América do Sul, e é a maior bacia fluvial do mundo. De sua área total, cerca de 3,8 milhões de km² encontram-se no Brasil, abrangendo os estados do Acre, Amazonas, Roraima, Rondônia, Mato Grosso, Pará , Amapá e Tocantins.
A bacia amazônica é formada pelo rio Amazonas e seus afluentes. Estes estão situados nos hemisférios sul e norte do globo e, devido a esse fato, o rio Amazonas tem dois períodos de chuvas.
A Floresta Amazônica é a floresta tropical que forma a maior parte da Amazônia. É uma das três grandes florestas tropicais do mundo. A hileia amazônica (como a definiu Alexander von Humboldt) possui a aparência, vista de cima, de uma camada contínua de copas, situadas a aproximadamente 50 metros do solo.
A dificuldade para a entrada de luz pela abundância de copas faz com que a vegetação rasteira seja muito escassa na Amazônia, bem como os animais que habitam o solo e precisam desta vegetação. A maior parte da fauna amazônica é composta de animais que habitam as copas das árvores, entre 30 e 50 metros. Não existem animais de grande porte, como nas savanas. Entre as aves da copa estão os papagaios, tucanos e pica-paus. Entre os mamíferos estão os morcegos, roedores, macacos e marsupiais.
O solo amazônico é bastante pobre, contendo apenas uma fina camada de nutrientes. Apesar disso, a flora e fauna mantêm-se em virtude do estado de equilíbrio (clímax) atingido pelo ecossistema. O aproveitamento de recursos é ótimo, havendo mínimo de perdas. Um exemplo claro disso está na distribuição acentuada de micorrizas pelo solo, que garantem às raízes uma absorção rápida dos nutrientes que escorrem a partir da floresta, com as chuvas. Também forma-se no solo uma camada de decomposição de folhas, galhos e animais mortos que rapidamente são convertidos em nutrientes e aproveitados antes da lixiviação
A diversidade de espécies, porém, e a dificuldade de acesso às altas copas, faz com que grande parte da fauna ainda seja desconhecida.
A fauna e flora amazônicas foram descritas no impressionante Flora Brasiliensis (40 volumes), de Carl von Martius, naturalista austríaco que dedicou boa parte de sua vida à pesquisa da Amazônia, no século XIX
Fonte: Wikipdia- fotos e parte do texto Arturo
Desde então no dia 05 de Junho é celebrado o Dia Mundial do Meio Ambiente, que chama a atenção e ação política de povos e países para aumentar a conscientização e a preservação ambiental.
A preservação, comunicação pode ser tão importante e lucrativa quanto desmatar, especular, construir hidroelétricas, demarcar matas ciliares, não proibir ou acabar com as construções irregulares no sopé das montanhas (morros), a comunicação ambiental é muito importante.
Em fevereiro, três reatores de uma usina nuclear em Fukushima não resistiram como seus donos prometiam a um terremoto seguido de tsunami e derreteram, provocando o maior desastre do gênero desde a explosão dos reatores de Chernobyl na Ucrânia, em 1986. Aqui também tivemos, em janeiro, nossa dose de desastres ambientais.
| São José do Vale do Rio Preto RJ 01/2011 |
Mais de 900 pessoas morreram sob deslizamentos de terra ou afogados por enxurradas, que arrastaram também as plantações da região que abastacem o Rio de Janeiro com hortaliças. Apesar dessa eloquente mensagem da natureza, a bancada ruralista na Câmara Federal aproveitou-se da omissão do governo no assunto e aprovou mudanças no nosso Código Florestal,
| Campo do Coelho Nova Friburgo 11/2010 |
A Floresta Amazônica é a floresta tropical que forma a maior parte da Amazônia. É uma das três grandes florestas tropicais do mundo. A hileia amazônica (como a definiu Alexander von Humboldt) possui a aparência, vista de cima, de uma camada contínua de copas, situadas a aproximadamente 50 metros do solo.
Eu acho que a Amazônia não deveria ser nem tocada, nem reserva do 80% nem nada, eu já tive a honra de
conhecer um pouco da Amazônia, Rondônia, Acre e Mato Grosso, em Rondônia nos anos 80 existiam mogno e cedro rosa, madeiras consideradas nobres, que hoje não existem mais, ENCONTRAVAM-SE PLANCHÕES DE MOGNO E CEDRO COM DOIS METROS DE LARGURA. ISSO NÃO EXISTE MAIS.
A Amazônia ou Amazónia é uma região natural da América do Sul, definida pela bacia do rio Amazonas e coberta em grande parte por floresta tropical - a Floresta Amazônica (também chamada de Floresta Equatorial da Amazônia ou Hileia Amazônica) - a qual possui 60% de sua cobertura em território brasileiro. A bacia hidrográfica da Amazônia possui muitos afluentes importantes tais como o rio Negro, Tapajós e Madeira, sendo que o rio principal é o Amazonas, que passa por outros países antes de entrar em território brasileiro. O rio Amazonas nasce na cordilheira dos Andes e estende-se por nove países: Bolívia, Brasil, Colômbia, Equador, Guiana, Guiana Francesa, Peru, Suriname e Venezuela. É considerado o maior rio do mundo, em extensão e volume de águas.
No Brasil, para efeitos de governo e economia, a Amazônia é delimitada por uma área chamada "Amazônia Legal" definida a partir da criação da SUDAM (Superintendência do Desenvolvimento da Amazônia), em 1966.
É chamado também de Amazônia o bioma que, no Brasil, ocupa 49,29% do território e abrange três (Norte, Nordeste e Centro-Oeste) das cinco divisões regionais do país, sendo o maior bioma terrestre do país.
Uma área de seis milhões de hectares no centro de sua bacia hidrográfica, incluindo o Parque Nacional do Jaú, foi considerada pela UNESCO, em 2000 (com extensão em 2003), Patrimônio da Humanidade.
O nome Amazônia deriva de "amazonas", mulheres guerreiras da Mitologia grega. Segundo a lenda, as amazonas pertenciam a uma tribo, comandada por Hipólita, que não aceitava homens: as crianças de sexo masculino eram mortas ao nascer. Amazona significa a=sem, mazôn=centro ou sem centro, em grego. Quando Francisco de Orellana [1] desceu o rio em busca de ouro, descendo os Andes em 1541, deparou-se com as índias icamiabas. A belicosa vitória das icamiabas contra os invasores espanhóis foi tamanha que o fato foi narrado ao rei Carlos V de Habsburgo, o qual, inspirado nas guerreiras hititas [2] ou amazonas, batizou o rio de Amazonas. Amazonas é o nome dado pelos gregos às mulheres guerreiras. O termo Amazônia, no sentido de região, foi utilizado pela primeira vez em O País das Amazonas, do Barão Santa Anna Néri (1899).
A bacia amazônica abrange uma área de 7 milhões de km², compreendendo terras de vários países da América do Sul, e é a maior bacia fluvial do mundo. De sua área total, cerca de 3,8 milhões de km² encontram-se no Brasil, abrangendo os estados do Acre, Amazonas, Roraima, Rondônia, Mato Grosso, Pará , Amapá e Tocantins.
A bacia amazônica é formada pelo rio Amazonas e seus afluentes. Estes estão situados nos hemisférios sul e norte do globo e, devido a esse fato, o rio Amazonas tem dois períodos de chuvas.
A Floresta Amazônica é a floresta tropical que forma a maior parte da Amazônia. É uma das três grandes florestas tropicais do mundo. A hileia amazônica (como a definiu Alexander von Humboldt) possui a aparência, vista de cima, de uma camada contínua de copas, situadas a aproximadamente 50 metros do solo.
A dificuldade para a entrada de luz pela abundância de copas faz com que a vegetação rasteira seja muito escassa na Amazônia, bem como os animais que habitam o solo e precisam desta vegetação. A maior parte da fauna amazônica é composta de animais que habitam as copas das árvores, entre 30 e 50 metros. Não existem animais de grande porte, como nas savanas. Entre as aves da copa estão os papagaios, tucanos e pica-paus. Entre os mamíferos estão os morcegos, roedores, macacos e marsupiais.
O solo amazônico é bastante pobre, contendo apenas uma fina camada de nutrientes. Apesar disso, a flora e fauna mantêm-se em virtude do estado de equilíbrio (clímax) atingido pelo ecossistema. O aproveitamento de recursos é ótimo, havendo mínimo de perdas. Um exemplo claro disso está na distribuição acentuada de micorrizas pelo solo, que garantem às raízes uma absorção rápida dos nutrientes que escorrem a partir da floresta, com as chuvas. Também forma-se no solo uma camada de decomposição de folhas, galhos e animais mortos que rapidamente são convertidos em nutrientes e aproveitados antes da lixiviação
A diversidade de espécies, porém, e a dificuldade de acesso às altas copas, faz com que grande parte da fauna ainda seja desconhecida.
A fauna e flora amazônicas foram descritas no impressionante Flora Brasiliensis (40 volumes), de Carl von Martius, naturalista austríaco que dedicou boa parte de sua vida à pesquisa da Amazônia, no século XIX
Fonte: Wikipdia- fotos e parte do texto Arturo
domingo, 5 de junho de 2011
Fontes alternativas de combustíveis
Fontes alternativas de combustíveis
Combustíveis gasosos
bio-hidrogénio: hidrogénio produzido a partir de biomassa e/ou da fração biodegradável de resíduos, para utilização como biocombustível;
biogás: gás combustível produzido a partir de biomassa e/ou da fração biodegradável de resíduos, que pode ser purificado até à qualidade do gás natural, para utilização como biocombustível ou gás de madeira;
Gás de síntese ou gasogênio: - gases obtidos ("fabricados") através dos processos de gaseificação e/ou pirólise.
Combustíveis liqüidos
bioetanol: etanol produzido a partir de biomassa e/ou da fração biodegradável de resíduos para utilização como biocombustível;
biodiesel: éster metílico e/ou etílico, produzido a partir de óleos vegetais ou animais, com qualidade de combustível para motores diesel, para utilização como biocombustível;
biometanol: metanol produzido a partir de biomassa para utilização como biocombustível;
bioéter dimetílico: éter dimetílico produzido a partir de biomassa para utilização como biocombustível;
bio-ETBE (bioéter etil-terc-butílico): ETBE produzido a partir do bioetanol, sendo a porcentagem em volume de bio-ETBE considerada como biocombustível igual a 47%;
bio-MTBE (bioéter metil-terc-butílico): combustível produzido com base no biometanol, sendo a porcentagem em volume de bio-MTBE considerada como biocombustível de 36%;
biocombustíveis sintéticos: hidrocarbonetos sintéticos ou misturas de hidrocarbonetos sintéticos produzidos a partir de biomassa;
óleo vegetal puro produzido a partir de plantas oleaginosas: óleo produzido por pressão, extração ou processos comparáveis, a partir de plantas oleaginosas, em bruto ou refinado, mas quimicamente inalterado, quando a sua utilização for compatível com o tipo de motores e os respectivos requisitos relativos a emissões.
óleo vegetal usado produz-se biodiesel com o óleo vegetal usado em cozinhas através de um processo chamado transesterificação.
O Brasil pode perder o domínio na tecnologia de produção de etanol devido à falta de investimento em novos meios para retirar álcool do bagaço e da folhagem da cana-de
açúcar. É o que defendem especialistas ouvidos pela Agência Brasil. De acordo com eles, outros países avançam na pesquisa com álcool que tenha origem na celulose e bicombustível, ao mesmo tempo em que cresce a presença de empresas estrangeiras no setor.
O crescimento da demanda brasileira por energia elétrica até 2010 não precisaria ser suprido pelas hidrelétricas, responsáveis por 83% da eletricidade gerada no país. A necessidade pode ser atendida por uma matéria-prima que o Brasil possui em abundância: a cana-de-açúcar. Com o incentivo adequado, as usinas de cana podem gerar, até 2012, o equivalente a duas hidrelétricas de Itaipu. Para isso é preciso, no entanto, que sejam criadas políticas adequadas para estimular essa tecnologia. A avaliação é do pesquisador Suleiman José Hassuani, do Centro de Tecnologia Canavieira, um dos coordenadores de um projeto do PNUD realizado em parceria com o Ministério da Ciência e Tecnologia e com o GEF (Fundo para o Meio Ambiente Mundial).
As usinas de cana já são capazes de gerar energia elétrica para consumo próprio. Para produzir o açúcar e o álcool, elas utilizam o caldo da planta, extraído quando ela é moída. As sobras desse processo de esmagamento são fibras, o bagaço da cana. Para gerar energia, o bagaço é aquecido dentro de caldeiras. Parte desse processo resulta em energia mecânica e vai movimentar as máquinas das usinas, como as moendas. Outra parte transforma-se em energia em forma de vapor e é usada em outros equipamentos. Por fim, o restante vira eletricidade e é usado para iluminação e para fazer funcionar todos os aparelhos elétricos da fábrica, como ventiladores — tornando a usina independente da rede de fornecimento de energia elétrica.
Esse sistema utiliza caldeiras consideradas de baixa pressão, que possuem por volta de 22 bar (medida de pressão). Segundo Hassuani, se essas caldeiras de baixa pressão fossem trocadas por caldeira de alta pressão, de 65 bar, a eficiência do processo seria consideravelmente maior.
“Com o sistema de alta pressão você utiliza a mesma quantidade de bagaço de cana e gera muito mais energia”, explica Hassuani. Usinas de cana-de-açúcar criadas nos últimos anos escolheram utilizar caldeiras desse tipo e hoje são capazes de ajudar no fornecimento de energia de cidades vizinhas, segundo ele. As unidades produtoras mais antigas, porém, usam caldeiras de baixa pressão, e trocá-las pode ser um investimento caro demais. “As usinas só vão fazer isso quando o valor pago por quilowatt gerado compensar a compra do equipamento. Senão, elas não têm nada a ganhar”, afirma o coordenador do projeto.
Para haver a substituição das caldeiras, Hassuani defende políticas de incentivo ao uso dessa tecnologia. O potencial, segundo ele, compensa. A usina de Itaipu, atualmente a maior hidrelétrica do mundo em termos de capacidade de geração de energia produz entre 50 milhões e 55 milhões de megawatts/hora por ano (em 2009, Itaipu será superada pela hidrelétrica chinesa de Três Gargantas). De acordo com o pesquisador, se todas as usinas de cana-de-açúcar do país investissem em sistemas de alta pressão seria possível gerar até 2012 cerca de 100 milhões de megawatts/hora ao ano — o dobro de Itaipu. Hoje, o Brasil produz 3 milhões de megawatts/hora com cana-de-açúcar.
Segundo estudo do Programa de Estudos dos Negócios do Sistema Agroindustrial (Pensa), o Brasil é uma exceção entre os países que têm planos ousados de expansão do plantio para atender ao setor de bicombustíveis.
A maioria desses países não tem área disponível em amplitude suficiente para essa demanda.
Nos 14 países de maior área agrícola no mundo, 49% das terras agricultáveis ainda estão disponíveis para plantio. Entre eles, no entanto, poucos têm potencial para expandir fortemente o cultivo de grãos, de forma que a oferta possa atender à simultânea – e crescente – demanda das áreas de alimentos e biocombustíveis.
Ainda segundo o levantamento, de 1,862 bilhão de hectares de terras aráveis distribuídas em países como Brasil, e vejam bem o Brasil não precisa nem tocar na Amazônia, EUA, Rússia, Índia, China, além da União Européia, 917,7 milhões não são aproveitados para produção agrícola.
Fonte Wikipedia - Foto Arturo
A economia brasileira cresceu 4,2% no primeiro trimestre de 2011 na comparação com o mesmo período do ano de 2010, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) O PIB é a soma das riquezas produzidas por um país durante um determinado período de tempo. A sua variação anual reflete o quanto a economia produziu a mais, ou a menos, que no ano anterior.
Em relação ao último trimestre de 2010, o Produto Interno Bruto (PIB) cresceu 1,3%. De janeiro a março deste ano, a riqueza gerada foi de R$ 939,6 bilhões .
É duro ver tanta pobreza, ver um país que não que não tem verbas para pesquisas, educação e saúde, mas todos os dias são divulgados as falcatruas dos políticos, é um que compra imóvel em nome de laranja, outro que faz conchavos com latifundiários ( Ministros) ou...
| Vieira, Nova Friburgo RJ em 5/2010 |
Combustíveis gasosos
bio-hidrogénio: hidrogénio produzido a partir de biomassa e/ou da fração biodegradável de resíduos, para utilização como biocombustível;
biogás: gás combustível produzido a partir de biomassa e/ou da fração biodegradável de resíduos, que pode ser purificado até à qualidade do gás natural, para utilização como biocombustível ou gás de madeira;
Gás de síntese ou gasogênio: - gases obtidos ("fabricados") através dos processos de gaseificação e/ou pirólise.
Combustíveis liqüidos
bioetanol: etanol produzido a partir de biomassa e/ou da fração biodegradável de resíduos para utilização como biocombustível;
biodiesel: éster metílico e/ou etílico, produzido a partir de óleos vegetais ou animais, com qualidade de combustível para motores diesel, para utilização como biocombustível;
biometanol: metanol produzido a partir de biomassa para utilização como biocombustível;
bioéter dimetílico: éter dimetílico produzido a partir de biomassa para utilização como biocombustível;
bio-ETBE (bioéter etil-terc-butílico): ETBE produzido a partir do bioetanol, sendo a porcentagem em volume de bio-ETBE considerada como biocombustível igual a 47%;
bio-MTBE (bioéter metil-terc-butílico): combustível produzido com base no biometanol, sendo a porcentagem em volume de bio-MTBE considerada como biocombustível de 36%;
biocombustíveis sintéticos: hidrocarbonetos sintéticos ou misturas de hidrocarbonetos sintéticos produzidos a partir de biomassa;
óleo vegetal puro produzido a partir de plantas oleaginosas: óleo produzido por pressão, extração ou processos comparáveis, a partir de plantas oleaginosas, em bruto ou refinado, mas quimicamente inalterado, quando a sua utilização for compatível com o tipo de motores e os respectivos requisitos relativos a emissões.
óleo vegetal usado produz-se biodiesel com o óleo vegetal usado em cozinhas através de um processo chamado transesterificação.
O Brasil pode perder o domínio na tecnologia de produção de etanol devido à falta de investimento em novos meios para retirar álcool do bagaço e da folhagem da cana-de
açúcar. É o que defendem especialistas ouvidos pela Agência Brasil. De acordo com eles, outros países avançam na pesquisa com álcool que tenha origem na celulose e bicombustível, ao mesmo tempo em que cresce a presença de empresas estrangeiras no setor.
O crescimento da demanda brasileira por energia elétrica até 2010 não precisaria ser suprido pelas hidrelétricas, responsáveis por 83% da eletricidade gerada no país. A necessidade pode ser atendida por uma matéria-prima que o Brasil possui em abundância: a cana-de-açúcar. Com o incentivo adequado, as usinas de cana podem gerar, até 2012, o equivalente a duas hidrelétricas de Itaipu. Para isso é preciso, no entanto, que sejam criadas políticas adequadas para estimular essa tecnologia. A avaliação é do pesquisador Suleiman José Hassuani, do Centro de Tecnologia Canavieira, um dos coordenadores de um projeto do PNUD realizado em parceria com o Ministério da Ciência e Tecnologia e com o GEF (Fundo para o Meio Ambiente Mundial).
As usinas de cana já são capazes de gerar energia elétrica para consumo próprio. Para produzir o açúcar e o álcool, elas utilizam o caldo da planta, extraído quando ela é moída. As sobras desse processo de esmagamento são fibras, o bagaço da cana. Para gerar energia, o bagaço é aquecido dentro de caldeiras. Parte desse processo resulta em energia mecânica e vai movimentar as máquinas das usinas, como as moendas. Outra parte transforma-se em energia em forma de vapor e é usada em outros equipamentos. Por fim, o restante vira eletricidade e é usado para iluminação e para fazer funcionar todos os aparelhos elétricos da fábrica, como ventiladores — tornando a usina independente da rede de fornecimento de energia elétrica.
Esse sistema utiliza caldeiras consideradas de baixa pressão, que possuem por volta de 22 bar (medida de pressão). Segundo Hassuani, se essas caldeiras de baixa pressão fossem trocadas por caldeira de alta pressão, de 65 bar, a eficiência do processo seria consideravelmente maior.
“Com o sistema de alta pressão você utiliza a mesma quantidade de bagaço de cana e gera muito mais energia”, explica Hassuani. Usinas de cana-de-açúcar criadas nos últimos anos escolheram utilizar caldeiras desse tipo e hoje são capazes de ajudar no fornecimento de energia de cidades vizinhas, segundo ele. As unidades produtoras mais antigas, porém, usam caldeiras de baixa pressão, e trocá-las pode ser um investimento caro demais. “As usinas só vão fazer isso quando o valor pago por quilowatt gerado compensar a compra do equipamento. Senão, elas não têm nada a ganhar”, afirma o coordenador do projeto.
Para haver a substituição das caldeiras, Hassuani defende políticas de incentivo ao uso dessa tecnologia. O potencial, segundo ele, compensa. A usina de Itaipu, atualmente a maior hidrelétrica do mundo em termos de capacidade de geração de energia produz entre 50 milhões e 55 milhões de megawatts/hora por ano (em 2009, Itaipu será superada pela hidrelétrica chinesa de Três Gargantas). De acordo com o pesquisador, se todas as usinas de cana-de-açúcar do país investissem em sistemas de alta pressão seria possível gerar até 2012 cerca de 100 milhões de megawatts/hora ao ano — o dobro de Itaipu. Hoje, o Brasil produz 3 milhões de megawatts/hora com cana-de-açúcar.
Segundo estudo do Programa de Estudos dos Negócios do Sistema Agroindustrial (Pensa), o Brasil é uma exceção entre os países que têm planos ousados de expansão do plantio para atender ao setor de bicombustíveis.
A maioria desses países não tem área disponível em amplitude suficiente para essa demanda.
Nos 14 países de maior área agrícola no mundo, 49% das terras agricultáveis ainda estão disponíveis para plantio. Entre eles, no entanto, poucos têm potencial para expandir fortemente o cultivo de grãos, de forma que a oferta possa atender à simultânea – e crescente – demanda das áreas de alimentos e biocombustíveis.
Ainda segundo o levantamento, de 1,862 bilhão de hectares de terras aráveis distribuídas em países como Brasil, e vejam bem o Brasil não precisa nem tocar na Amazônia, EUA, Rússia, Índia, China, além da União Européia, 917,7 milhões não são aproveitados para produção agrícola.
Fonte Wikipedia - Foto Arturo
A economia brasileira cresceu 4,2% no primeiro trimestre de 2011 na comparação com o mesmo período do ano de 2010, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) O PIB é a soma das riquezas produzidas por um país durante um determinado período de tempo. A sua variação anual reflete o quanto a economia produziu a mais, ou a menos, que no ano anterior.
Em relação ao último trimestre de 2010, o Produto Interno Bruto (PIB) cresceu 1,3%. De janeiro a março deste ano, a riqueza gerada foi de R$ 939,6 bilhões .
É duro ver tanta pobreza, ver um país que não que não tem verbas para pesquisas, educação e saúde, mas todos os dias são divulgados as falcatruas dos políticos, é um que compra imóvel em nome de laranja, outro que faz conchavos com latifundiários ( Ministros) ou...
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